Um blogue sobre os movimentos sociais, a ecologia, a contra-cultura, os livros, com uma perspectiva crítica sobre todas as formas de poder (económico, político, etc)
quinta-feira, 4 de janeiro de 2024
An independent and associative bookstore in the city of Porto (Portugal)
terça-feira, 2 de janeiro de 2024
Os banqueiros segundo Eduardo Galeano
30 anos do levantamento zapatista em Chiapas (1 Jan 1994)
Banco do Tempo
O Banco de Tempo é um sistema de organização de trocas solidárias que promove o encontro entre a oferta e a procura de serviços disponibilizados pelos seus membros.
No Banco de Tempo é simples: troca-se tempo por tempo.
Todas as horas têm o mesmo valor e quem participa compromete-se a dar e a
receber tempo. Por exemplo, tratando-se de um médico, ele pode oferecer uma
consulta a quem não tem condições de pagar pelo serviço e, depois, receber um
serviço em troca de outro membro.
Através das trocas e dos encontros, o Banco de Tempo
enriquece o mundo relacional das pessoas que nele participam, joga um papel
importante na recuperação, em novos moldes, da solidariedade entre vizinhos e
no combate à solidão; favorece a colaboração entre pessoas de diferentes
gerações, proveniências e condições sociais. Contribui também para o
desenvolvimento e partilha de talentos e facilita o acesso a serviços que
dificilmente poderiam ser obtidos, dado o seu valor de mercado. O Banco de
Tempo suscita questionamentos e incentiva mudanças no modo como vivemos em
sociedade.
Cada hora de trabalho prestada por um membro equivale
a uma hora de serviço qualquer que ele precise no futuro. O bacana é que todas
as horas têm o mesmo valor, independente do serviço oferecido. Uma economia
solidária e justa.
https://bancodetempo.pt/
A arte de viver para a geração nova (Raoul Vaneigem)
sábado, 2 de dezembro de 2017
Mulheres filósofas ao longo da história
Dia internacional da Abolição da Escravatura (2 Dezembro)
Hoje é o Dia Internacional para a Abolição da Escravatura
Apesar dos progressos registados, a abolição da escravatura é ainda uma meta em pleno século XXI, constituindo-se o dia 2 de dezembro como uma altura de reflexão e de luta contra esta realidade. A escravatura ainda se faz sentir nos dias de hoje de várias formas: trabalho forçado, servidão obrigatória, tráfico de crianças e mulheres, prostituição, escravatura doméstica, trabalho infantil, casamentos combinados, entre outros.
Este Dia Internacional da Abolição da Escravatura foi criado em 2004 pela Organização das Nações Unidas (ONU) que estima que existam 21 milhões de vítimas de escravidão espalhadas pelo mundo. A data lembra a assinatura da Convenção das Nações Unidas para a Supressão do Tráfico de Pessoas e da Exploração da Prostituição de Outrem, a 2 de dezembro de 1949.
A escravatura é um crime, sendo que aqueles que o cometem, permitem ou toleram devem responder perante a justiça.




