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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024

Revolução Sexual

 A revolução sexual (também conhecida globalmente como uma época de "libertação sexual") é um processo social que desafiou  os códigos tradicionais de comportamento relacionados à sexualidade humana e aos relacionamentos interpessoais. 

O fenómeno ocorreu em todo o mundo ocidental dos anos 1960 até os anos 1970. 

Muitas das mudanças no panorama desenvolveram novos códigos de comportamento sexual, muitos dos quais tornaram-se a regra geral de comportamento

No final dos anos 1970 e 1980, a recentemente conquistada "liberdade sexual" foi explorada pelo capitalismo que procurou obter  lucros colossais , numa sociedade mais aberta, através da indústria pornográfica.




Amor livre = ame sem pudor, ame sem poder

 A concepção do amor livre considera que uma relação de amor deve ser aceite livremente por ambos os parceiros e nunca deverá  ser regulada pela lei, 

Os defensores  do amor livre alargaram a crítica à instituição do casamento argumentando que este encoraja a possessividade emocional e dependência psicológica.

O termo amor livre tem sido utilizado desde o século XIX para descrever o movimento social que rejeita o casamento e despreza estereótipos. O amor livre surgiu enquadrado no seio do movimento anarquista, em conjunto com a rejeição da interferência do Estado e da Igreja na vida e nas relações pessoais. Alguns defensores do amor livre consideravam que tanto os homens como as mulheres tinham direito ao prazer sexual, o que na era vitoriana era profundamente radical




domingo, 11 de fevereiro de 2024

Amor Livre

 O termo AMOR LIVRE  refere-se ao movimento social que rejeita o casamento e despreza estereótipos e que acredita no amor sem posse, nem controle legal. 

O amor livre surgiu enquadrado no seio do movimento anarquista, em conjunto com a rejeição da interferência do Estado e da Igreja na vida e nas relações pessoais. 

Os defensores do amor livre consideram que uma relação de amor aceite livremente por ambos os parceiros nunca deveria ser regulada pela lei. 

Os defensores do amor livre criticam a instituição do casamento, dizendo que este encoraja atitudes possessivas e a posse emocional, assim como a dependência psicológica.



quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O amor oprime, o sexo liberta.

O amor oprime, o sexo liberta.

O amor é uma construção social. Deriva de um mito e de efabulações líricas. Durante muito tempo, as relações sexuais só adquiriam legitimidade social com o recurso à vontade divina, ou do beneplácito do clã, ou então, mais prosaicamente, das famílias de ambos os parceiros. Durante a Idade Média é que aparece o mito do amor, continuado e reforçado com o mito do amor romântico. Tudo isto para envolver e encobrir coisas tão simples como as nossas necessidades afectivas e sexuais.

Quanto mais nos desembaraçarmos destes mitos e destas histórinhas platónicas mais nos libertaremos para os outros seres e para a sociedade.

"quem falar de luta de classes sem se referir explicitamente ao que há de subversivo nas relações amorosas(...) tem um cadáver na boca" (R. Vaneigem)

Vaneigem chama a atenção para a importância das relações amorosas (no sentido sexual do termo) para a transformação social e o activismo político.


A letra da canção da Rita Lee revela também que o Amor é uma Doutrina, enquanto o Sexo é uma Força da Natureza:

Amor é cristão, sexo é pagão
Amor é latifúndio, sexo é invasão
Amor é divino, sexo é animal
Amor é bossa nova, sexo é carnaval
Amor é para sempre, sexo também