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quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Lou Salomé

 Ouse, ouse... ouse tudo!!

Não tenha necessidade de nada!

Não tente adequar sua vida a modelos,

nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém.

Acredite: a vida lhe dará poucos presentes.

Se você quer uma vida, aprenda... a roubá-la!

Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer.

Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso:

algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!!

LOU SALOMÉ 

na fotografia, Lou Salomé com Rilke (de livro na mão) e amigos  





terça-feira, 23 de janeiro de 2024

Diário de William Beckford em Portugal e Espanha

 O trágico é que toda esta realidade de ameaças e orações ainda é a mesma nos nossos dias, senão leiam:

«O pobre pequeno é educado o mais possível dentro de casa e estritamento. Vive num espaço acanhado e obrigam-no a trabalhos forçados, com uma média de oito a nove lições por dia. Em vez de o encorajarem a remar no rio, a jogar o cricket ou a correr no jardim com as crianças da sua idade, passa a vida engaiolado com um rebanho de desdentadas amas e de inválidos capelões, todos a trabalhar para o mesmo fim, que é apoucar-lhe o espírito com ameaças e orações.»

Diário de William Beckford em Portugal e Espanha





domingo, 21 de janeiro de 2024

 ÀS VEZES UM GRITO É MELHOR QUE UMA TESE 

Ralph Waldo Emerson


(sometimes a scream is better than a thesis.)


Ler:  AQUI                                                                




terça-feira, 16 de janeiro de 2024

Como os thelemitas tinham a sua maneira de viver regulada

 

Do livro “Gargantua e Pantagruel", de Rabelais,  reeditado pela ePrimatur 

Como os thelemitas tinham a sua maneira de viver regulada: 

«Empregavam o seu tempo não segundo leis, estatutos ou regras, mas segundo o seu arbítrio(…) Havia apenas uma cláusula: FAZ O QUE QUEIRAS Porque as pessoas bem nascidas, livres, instruídas e rodeadas de boas companhias, têm sempre o instinto que as leva a seguir a virtude e a afastar-se do vício; a este acicate chama-se honra. Quando por vil sujeição e clausura se vêem constrangidas e obrigadas, perdem a nobre feição que francamente os induzia à virtude e dirigem todos os seus esforços para infringir e quebrar essa néscia servidão, porque todos os dias nos encaminhamos para o proibido e ambicionamos aquilo que nos negam.» 
Rabelais